sábado, 3 de maio de 2014

GENTIL CONSULTOR - APRESENTAÇÃO


Ricardo Gentil, Administrador de empresas, formado no Centro de Estudos Superiores do Pará (CESUPA) no ano de 1999. Profissional de Marketing e vendas trabalhou na área comercial de várias empresas em Belém – PA, e atualmente, foca seu trabalho na consultoria de empresas de pequeno e médio porte com o nome Gentil Consultor, tendo como objetivo principal, conhecer a satisfação dos clientes internos e externos das mesmas, buscando fornecer informações quantitativas, qualitativas e precisas para uma acertada tomada de decisões dos empreendedores como um todo.
Para tanto, o foco desse trabalho é a aplicação de pesquisas que funcionam como ferramentas empresariais para coleta de dados determinantes para a excelência de mercado dos pequenos e  médios empreendimentos: Pesquisa de satisfação do cliente; Pesquisa do clima organizacional e Pesquisa de mercado. 
Enfim, é um trabalho que vem agregando valor nas organizações, por ser realizado com muita seriedade e se tratar de um meio concreto de conhecer como a empresa e seu produto ou serviço está sendo vista na opinião de todos que fazem parte do processo.

OBJETIVO

Fornecer informações através de pesquisas que podem oferecer ao empresário, condições de saber qual a visão dos seus clientes internos e externos com relação a sua empresa, para uma tomada de decisão com lucidez e foco nos desejos e necessidades dos clientes que demandam ou não os produtos e serviços das organizações de pequeno e médio porte.

MISSÃO

Promover o crescimento das empresas através da alavancagem de informações privilegiadas que possam mudar positivamente o futuro das organizações no estado do Pará, gerando com isso, emprego, renda e vantagem competitiva no mercado em que atuam.
Adm. Gentil Consultor – CRA 5024
(91) 8178-6182
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“PROBLEMAS É PARA SE DEIXAR EM CASA, NÃO TRAZÊ-LOS PARA A EMPRESA.”


Sabemos que a empresa é um ambiente completamente diferente da nossa casa, ou seja, da família do trabalhador. Este para desenvolver suas funções deve em primeiro lugar preencher o perfil do cargo e estar treinado e preparado para adversidades do dia a dia dentro e fora das organizações. Para tanto, é fundamental também, que o coeficiente emocional do trabalhador esteja em alta, para que o mesmo possa desenvolver suas tarefas com mais eficiência nos meios e eficácia nos fins. Entretanto, se o emocional de um funcionário não está equilibrado em função de um problema dentro da família, é muito comum ouvir não só dos superiores, mas também, dos colegas de trabalho a seguinte colocação: “problemas e para se deixar em casa, não trazê-los para a empresa”.
Como se pode aceitar esse tipo de colocação, numa época em que está mais do que comprovado que quem faz as empresas, são os seres humanos espalhados pelos mais variados setores e cargos. Pois a família do trabalhador é uma extensão da empresa, o que acontece de positivo ou negativo nela, tende a refletir dentro da empresa, não diferente falamos o mesmo das coisas que acontecem dentro da empresa, acabam tendo efeito na família. Como exemplo, vamos colocar que o trabalhador está com o filho doente em casa, brigou com a esposa e pra completar faltou o dinheiro para comprar o gás, como esse trabalhador poderá ter um ótimo desempenho enquanto persistirem esses problemas? Existem organizações que utilizam um quadro para que o funcionário sinalize como está se sentindo naquele dia. Pode ser ótimo, bem, ruim ou péssimo, caso a sua resposta seja as duas últimas, o mesmo é chamado pelo Departamento de Seres Humanos para uma conversa amistosa no sentido de saber porque está ruim ou péssimo e logo em seguida, dar o apoio necessário ao funcionário para que o mesmo resolva seus problemas, objetivando a excelência do seu trabalho o mais rápido possível. As empresas não podem virar as costas para os problemas dos trabalhadores, pois ela também reflete dentro da família. Se o funcionário não ganha o suficiente para o sustento da família, logo faltará o arroz, o feijão, o aluguel fica atrasado e assim por diante.
Enfim, do trabalho do funcionário é gerado o lucro das empresas, que por sua vez pagam os salários, benefícios, premiações e etc. São itens necessários não só para o trabalhador, mas também, para tudo necessário ao sustento e educação desta instituição que é a família. Vale ressaltar então, que a família depende da empresa e a empresa também depende da harmonia familiar para que seu colaborador possa obter o melhor desempenho possível.  
Adm. Gentil Consultor – CRA 5024
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INDIGNAÇÃO


Vendo declarações de alguns políticos, percebo que mais uma vez querem ludibriar o povo, estão achando que podem usar da sua habilidade de falar, para distorcer àquilo que não foi só uma manifestação, foi quase uma revolução do povo brasileiro contra tudo que está ruim no nosso país.  
Esses ladrões disfarçados de políticos preferem sustentar a tese de que as manifestações teriam mais consistência se tivesse líderes e se não houvesse o quebra- quebra, ou seja, o vandalismo. Não querem admitir que a liderança é a união do povo e que vandalismo por vandalismo, será que a corrupção, a ladroagem, os hospitais sem mínimas condições de atender os doentes, os ônibus caindo aos pedaços e o preço das passagens pra tirar o couro do povo, a falta de segurança pública que permite que os bandidos façam o que quiser, até mesmo, desbancar a polícia no seu próprio posto de trabalho, as escolas jogadas as traças, professor ganhando uma miséria e dando o seu jeito para formar bons cidadãos e profissionais par o mercado de trabalho. Aí vai a pergunta, será que tudo isso não são atos de vandalismo que os governos ao longo dos tempos estão fazendo contra o povo brasileiro?  No meu ponto de vista, isso é pior que quebrar algumas janelas e jogar algumas pedras em quem te agrediu durante tanto tempo.
Acho uma falta de respeito com o povo brasileiro, que se uniu em quase todas as capitais do Brasil, para reclamar o seu direito e chegar no dia seguinte a Presidente do nosso País não se pronunciar em rede nacional para dizer o que pretende fazer e quando fazer, para satisfazer pelo menos, parte das revindicações dos do povo brasileiro. O que vi hoje foram alguns governadores e políticos se desfazendo do protesto por conta do que eles acham que foi vandalismo, ficam falando que não existe nenhum líder para negociar e que não sabem o que o povo está querendo, se fazem de desentendidos para enfraquecer o povo que acordou.
Fico feliz em saber, que isso é apenas o início e que cada vez mais o povo vai ganhar as ruas e se não tiver uma resposta, vai tirar a força do governo as quadrilhas existentes nos governos federal, estadual e municipal, pois a força do povo unido é muito maior do que qualquer poder de polícia. Não vamos nos intimidar, vamos as ruas quantas vezes for preciso, para que nossos filhos , netos e outras gerações que vierem, possam usufruir de um país que respeite verdadeiramente o seu povo e formado de políticos honesto e que não vandalize a Administração Pública. 
Adm. Gentil Consultor – CRA 5024
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PASSOS PARA VENDAS EXTERNAS


Sabe-se que a arte de vender não consiste em apenas oferecer determinado produto ou serviço, é preciso que o vendedor em primeira mão conheça profundamente a sua empresa, as vantagens e os pontos fracos daquilo que está oferecendo e fundamentalmente ter o conhecimento das fases que envolvem a técnica de vender e dominá-las para atingir o seu objetivo. Para melhor explicar mostrarei abaixo as etapas do processo de vendas externas. Vale lembrar, que o vendedor antes de sair para visitar clientes, esteja com seu material de trabalho organizado na pasta, na ordem que precisará do mesmo quando estiver vendendo, pois é muito constrangedor tomar o tempo do cliente procurando àquele material imprescindível para ratificar aquilo que falou e descobrir que esqueceu em casa ou na empresa.
A primeira etapa da venda externa chama-se abordagem, que consiste no momento em que você chega com o cliente para convencê-lo a dispor de um tempo para a explanação do que você tem para vender. Para tanto, a apresentação pessoal é de suma relevância como: Cabelos arrumados, barba bem feita, roupa que cause um impacto positivo, quando mulheres, as unhas devem estar pintadas ou não, nunca descascadas, ou seja, um visual que cause boa impressão para o cliente. Outro fator, é a forma como você vai falar com o cliente na chegada. Saudar com um bom dia, boa tarde ou boa noite, apresentar-se e falar o motivo da visita citando o nome da empresa, o nome de quem indicou e principalmente mencionar um motivo convincente para que o cliente possa convidar você para sentar e conversar. Isso tudo deixando claro que o tempo do mesmo é precioso, mas que valerá muito dispor do mesmo para ouvi-lo.
Depois de convencer o cliente a chamar para sentar, inicia-se outra etapa da venda que é o desenvolvimento da venda. Neste momento, é a hora em que você começa a falar das vantagens do seu produto ou serviço, promovendo sempre uma conversa amistosa com o cliente, pois é sempre bom ouvir o que ele tem a falar acerca do assunto abordado, é o momento que você observa quais os desejos e as necessidades dele, procura fazê-lo desejar o seu produto ou serviço, ver que é necessário e principalmente fazer que o cliente se veja utilizando o seu produto ou serviço. A partir do momento que o comprador começa a perguntar mais, tirar todas as dúvidas do mesmo sempre usando as respostas de forma positiva para o fechamento do negócio.
O fechamento da venda, é o momento mais delicado do processo de vendas, pois é preciso que o vendedor saiba enxergar o momento exato da venda. Para melhor explicar, o cliente é bem direto em dado momento que quer fechar o negócio. O vendedor vai e prolonga o assunto e perde o momento do fechamento, quando ele volta para pedir os dados do cliente, o mesmo lembrou de alguma dívida por exemplo ou que a esposa não iria gostar, então acaba não fechando o negócio porque o momento era aquele e o vendedor não percebeu induzindo o comprador pensar negativamente acerca do assunto. Nunca pergunte se o cliente quer fazer o negócio, pois ninguém está para comprar nada, procure fechar o negócio naturalmente, pegue a caneta e peça o nome completo, CPF, RG, data de nascimento, como preferir, só não é aconselhável aquela perguntinha “ O Sr. Quer fazer o negócio ou comprar/”, a resposta é NÃO!!!!
Depois de fechado o negócio vem o pós venda, reafirme as todas as informações que você deu para o cliente, entregue seu cartão com os contatos seu e da empresa para dar mais segurança, mostre para o cliente que você está com ele, diga que qualquer dúvida pode ligar para você ou para empresa. Depois parabenizar o cliente demonstrando que ele fez um excelente negócio. Despedir-se e visitar o próximo cliente. Depois de alguns dias é sempre bom contatar o cliente, para saber se está satisfeito com o produto ou serviço, dar uma assistência para o cliente e aproveitar o momento para pedir novas indicações.
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LIDERANÇA


A Administração é uma profissão que busca atuar dentro das organizações utilizando-se das quatro funções gerenciais: planejamento, organização, direção e controle. Para tanto, necessita do empenho dos mais variados setores da empresa e logicamente, o mais importante, do comprometimento de cada líder e seus colaboradores. Por isso, é relevante conhecer os tipos de liderança e de líderes para uma melhor gestão empresarial.
A liderança autocrática é aquela que não busca conhecer as sugestões dos seus colaboradores, simplesmente impõe o planejado, ou seja, um manda e os outros fazem independente de estar certo ou errado nas decisões.
A liderança democrática objetiva trabalhar com flexibilidade, busca as sugestões dos funcionários antes do planejamento, procura motivar e aguçar a criatividade das pessoas, descentraliza e delegando responsabilidades, não faz imposições, procura administrar “com” ao invés de somente mandar.
A liderança laissez faire que significa “deixar fazer”, é uma administração que pode trazer muita desorganização, pois cada um faz o que acha correto, só é bom quando o gestor observa que o colaborador está fazendo por sua conta algo correto e que só irá beneficiar a empresa.
Outro tipo de liderança é àquela ocasional, que busca trabalhar em equipe, mas que é autocrático na hora certa, democrático quando deve ser e laissez faire, quando o funcionário está agindo corretamente e em benefício da organização, neste caso, é melhor deixar fazer.
Quanto aos líderes, encontramos vários tipos, para não ficar tão cansativo, irei citar alguns:
·        Lider por conhecimento – É aquele que conhece tudo da empresa, estuda bastante acerca do seu campo de atuação e que acaba sendo respeitado pelo que sabe e o que pode ensinar para a equipe.
·        Lider por cargo – Aquela pessoa que assume uma coordenação ou chefia importante na empresa e que é respeitado somente pelo cargo que ocupa. Geralmente, este tipo de líder gera descontentamento na equipe, comprometendo os resultados empresariais. Lembre-se que este líder, em caso de pequena e média empresa, pode ser o próprio proprietário, neste caso, sugere-se contratar um gestor especialista em trabalhar com equipes.
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·        Lider por ocasião – Quando a empresa não tem ninguém para assumir a equipe e coloca qualquer um por um período de tempo até contratar alguém para o cargo. Neste período, pode acontecer da pessoa escolhida ser querida por todos, mas mesmo assim não ser respeitada por falta de conhecimento ou por não ter o perfil para liderança.
·        Lider Nato – A pessoa já nasce com um carisma elevado, tem poder de empatia, habilidade social, sabe motivar as outras pessoas sem fazer muito esforço, às vezes, este líder pode está explícito na sua linha de produção e você ainda não se deu conta. Geralmente este tipo de líder quando não assume um cargo importante na organização, ele acaba aparecendo como presidente de sindicatos ligados a sua classe trabalhadora. Mas para a empresa é benéfico, quando este líder busca o conhecimento da empresa e das atribuições do cargo de gerência da mesma.

Enfim, percebe-se que a liderança é um fator de extrema importância dentro das instituições devido ser, o líder a coordenar a equipe para os objetivos organizacionais, isto sem contar, a motivação dos colaboradores, pois nos dias de hoje, o maior investimento que um empreendedor pode fazer é na motivação e preparação dos seres humanos que compõe e são envolvidos em todo processo.
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QI X QE ( Administração de Seres humanos )


É muito comum ouvirmos comentários acerca de determinada pessoa ou profissional, que este tem um “QI” ( coeficiente de inteligência ) elevadíssimo, devido seu desempenho em solucionar problemas matemáticos ou contábeis, por exemplo, em um estalar de dedos, ou seja, é visto como o gênio da empresa. Entretanto, já foi comprovado cientificamente que o coeficiente de inteligência – QI não é o fator que determina as habilidades de um profissional e nem a sua competência, é relevante que o empresário leve em consideração o QE ( coeficiente emocional ) que nada mais é a capacidade do ser humano em administrar suas emoções.
Para melhor explanar, de que adianta ter um funcionário que conhece de tudo dentro da empresa, mas não é capaz de aceitar críticas do seu superior, mesmo que estas sejam construtivas; não tem habilidade social no sentido de ter uma relação interpessoal com seus colegas excelente; falta poder de empatia, que seria a capacidade de perceber o sentimento alheio; ausência de pró-atividade, decisão de agir sempre que preciso.
Vale ressaltar, uma história contada por Daniel Goleman no seu livro Inteligência Emocional - A teoria que redefine o que é ser verdadeiramente inteligente. Ele conta que um aluno da Harvard nos EUA que só tirava nota 10 nas provas de física, que em dado momento um professor lhe deu nota  9 devido a um pequeno erro de cálculo, este aluno foi muito contrariado para casa, a ira lhe subiu a cabeça, não parava de xingar o professor no seu íntimo. Apesar de ser um “gênio”, como era visto pelos colegas e pela família, mesmo assim não relutou, no dia seguinte de posse de um revolver 765, foi até a universidade e deu um tiro no professor. Moral da história: o rapaz não teve a capacidade de reconhecer o próprio erro que o levou àquela nota, não foi até o professor para que o mesmo explicasse porque não considerou a questão, não reconheceu que todo ser humano pode errar, e o pior, que não se atira em ninguém por coisa tão banal, já que a nota 9 não comprometia seu ano letivo.
Portanto, é pertinente que um profissional tenha o QI e o QE equilibrados, pois este pode ter um índice de QI médio e ter um Coeficiente Emocional elevadíssimo, o que poderá ter um desempenho envolvendo conhecimentos e habilidades muito mais proveitosos, do que outro que seja de coeficiente intelectual elevadíssimo, mas não sabe administrar suas emoções. Somente para finalizar, vale ressaltar que administrar as emoções não consiste em controlá-las, é preciso saber enxergar o contexto das situações, pois tudo tem um motivo e esse deve ser conhecido, analisado e entendido, para depois tomar as decisões.    
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PLANEJAMENTO


O planejamento é o meio pelo qual a empresa busca alcançar seus objetivos, de forma organizada, utilizando-se de estratégias, ações e cronograma para implantação do mesmo. Desenvolver um planejamento envolve várias etapas que levam o empreendimento à direção desejada em determinado período de tempo. Tem-se o costume de valorizar o planejamento estratégico que é realizado pela alta cúpula, é o mais famoso e o mais falado pelas organizações, entretanto, é relevante que os empreendedores saibam da existência do planejamento tático e operacional, que são responsáveis pela consumação do mesmo. 
O planejamento estratégico é de longo prazo, normalmente, é elaborado pela alta administração com vista em 5 a 10 anos no futuro, leva em consideração os fatores internos e externos a organização, visa ter uma visão global e integrada da empresa e dos seus processos. Por ser uma ação de muito tempo no futuro, precisa-se sempre rever este tipo de planejamento para que não se torne obsoleto com o passar do tempo.
Planejamento tático é àquele que busca objetivos de médios prazos, é inerente às gerências ou gerência da instituição, ou seja, os departamentos: Financeiro, RH, Materiais, Produção, Compras, Marketing e etc. É elaborado de ano a ano e buscando aperfeiçoar determinado setor se desdobrando em vários planos táticos, sendo um para cada setor, isto levando em consideração, o planejamento estratégico implantado pela alta Administração.
Planejamento operacional se dá com uma dinâmica maior em curtos períodos de tempo (curto prazo), pode ser por dia, semana ou mês, sendo elaborado pelos próprios funcionários envolvidos no processo, em função do planejamento tático e estratégico da empresa, envolve cada tarefa e metas do processo. Deve ser um plano mais detalhado explicando cada ação isoladamente. O planejamento operacional é a última etapa do planejamento que coloca em prática tudo aquilo que foi planejado pelos outros dois aqui citados.
Percebe-se que o planejamento estratégico, tático e operacional, apesar de serem distintos entre si se completam em todo o processo e competem com igual importância para atingir os objetivos organizacionais.   
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